Governo Lula no Amazonas

Ministro da Educação libera verba para Medicina e anuncia novas vagas no Ifet

Por praciano ~ 12 maio, 2009. Pertencente a: Destaque.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, prometeu solucionar o problema da faculdade de Medicina, que estava com o vestibular ameaçado de suspensão pelo Ministério e atendeu ao pedido de ampliação de vagas no Campus Zona Leste do Ifet, feito pelo deputado federal Francisco Praciano (PT). O ministro reuniu-se às 14h de hoje, na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, com Praciano e com os reitores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e do Instituto Federal de Educação Tecnológica (Ifet).

Além de atender às demandas, o ministro prometeu ampliar em pelo menos 100% o valor da bolsa universitária dada a estudantes vindos do interior, hoje em R$ 100 e aumentar realizar uma complementação orçamentária, este ano, para as unidades do interior da Ufam.

Estiveram presentes, na ocasião, o atual reitor da Ufam, Hidemberg Frota e a reitora eleita, Márcia Perales, além do reitor do Ifet, João Dias e o diretor do Campus Zona Leste, (antiga Escola Agro técnica) José Maurício Feitoza.

Fernando Haddad entrou em acordo com os reitores da Ufam para permitir que a faculdade de Medicina se adeque às exigências do MEC dilatando o prazo que era até junho e informou que já encaminhou recursos na ordem de R$ 2 milhões para a Ufam, afim de que o curso realize as reformas necessárias nas instalações.

O vestibular da Mediciana, deste ano, estava ameaçado de ser suspenso pelo MEC, caso a estrutura pedagógica e reformas físicas na sede não fossem feitas até junho. O MEC exige que o curso forme médicos que atuem na Saúde Básica e não somente especialistas.

O ministro acatou também o pleito do deputado e do reitor do Ifet para criar novos cursos técnico-profissionalizantes no Campus Zona Leste. Praciano já havia feito uma indicação ao MEC sobre o tema em fevereiro. “Ele ficou sensibilizado com a situação da zona Leste de Manaus onde cerca de 16mil jovens disputam mil vagas oferecidas pelo instituto. Ele pediu que o Ifet faça o levantamento total de quanto irá custar para construir novas salas e novas estruturas para se oferecer cursos voltados para a área industrial”, contou Praciano.

1 comentário para Ministro da Educação libera verba para Medicina e anuncia novas vagas no Ifet

  1. Ricardo Castro

    Prezado Lesgislador,
    Recebi esta mensagem e encaminho a V. Excelência para análise.
    Respeitosamente,
    Ricardo Marques de Castro.
    > RORAIMA - A PRÓXIMA GUERRA - Leia. - É muito importante.
    > A PRÓXIMA GUERRA
    >
    > Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou
    > recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em
    > Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.
    >
    > As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil
    > um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a
    > fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
    >
    > Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até
    > pessoas com um mínimo de instrução.
    >
    > Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra
    > falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10
    > pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense,
    > piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com
    > a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é
    > funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se
    > concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da
    > prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha
    > no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe
    > indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense
    > é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%,
    > descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para
    > se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na
    > única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a
    > Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km
    > reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da
    > manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos
    > índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos
    > não sejam incomodados.
    >
    > Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos
    > americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena,
    > diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e
    > autorização da FUNAI.
    >
    > Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma
    > autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A
    > maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas
    > a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de
    > algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou
    > inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara
    > de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e
    > catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um
    > empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí
    > camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de
    > remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas
    > japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos
    > típicos da Amazônia…
    >
    > Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os
    > americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma
    > resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma
    > senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
    >
    > ‘Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles
    > comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.
    > Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que
    > fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde
    > iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa’.
    >
    > A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de
    > nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de
    > nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão
    > libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já
    > estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da
    > fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o
    > pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em
    > narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada
    > Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as
    > Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada,
    > principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar
    > um incidente diplomático)… Dizem que tem muito colombiano traficante
    > virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a
    > cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
    > Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto
    > proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as
    > terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância
    > de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que
    > chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas,
    > minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
    > Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de
    > Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao
    > presidente ou a alguma a utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É
    > pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá
    > diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer
    > alguma coisa???
    > Acho que sim.
    >
    > Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique
    > sabendo desses absurdos.
    >
    > Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
    > Patog. FMRP - USP
    >
    > Opinião pessoal:
    >
    > Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse
    > para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria
    > interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através
    > dos telejornais antes que isso venha a acontecer.
    >
    > Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus
    > lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza
    > norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao
    > mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação,
    > no envio deste e-mail..
    >
    > Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

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