Ministro da Educação libera verba para Medicina e anuncia novas vagas no Ifet
Por praciano ~ 12 maio, 2009. Pertencente a: Destaque.Além de atender às demandas, o ministro prometeu ampliar em pelo menos 100% o valor da bolsa universitária dada a estudantes vindos do interior, hoje em R$ 100 e aumentar realizar uma complementação orçamentária, este ano, para as unidades do interior da Ufam.
Estiveram presentes, na ocasião, o atual reitor da Ufam, Hidemberg Frota e a reitora eleita, Márcia Perales, além do reitor do Ifet, João Dias e o diretor do Campus Zona Leste, (antiga Escola Agro técnica) José Maurício Feitoza.
Fernando Haddad entrou em acordo com os reitores da Ufam para permitir que a faculdade de Medicina se adeque às exigências do MEC dilatando o prazo que era até junho e informou que já encaminhou recursos na ordem de R$ 2 milhões para a Ufam, afim de que o curso realize as reformas necessárias nas instalações.
O vestibular da Mediciana, deste ano, estava ameaçado de ser suspenso pelo MEC, caso a estrutura pedagógica e reformas físicas na sede não fossem feitas até junho. O MEC exige que o curso forme médicos que atuem na Saúde Básica e não somente especialistas.

maio 31st, 2009 às 19:40
Prezado Lesgislador,
Recebi esta mensagem e encaminho a V. Excelência para análise.
Respeitosamente,
Ricardo Marques de Castro.
> RORAIMA - A PRÓXIMA GUERRA - Leia. - É muito importante.
> A PRÓXIMA GUERRA
>
> Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou
> recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em
> Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.
>
> As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil
> um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a
> fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
>
> Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até
> pessoas com um mínimo de instrução.
>
> Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra
> falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10
> pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense,
> piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com
> a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é
> funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se
> concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da
> prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha
> no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe
> indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense
> é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%,
> descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para
> se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na
> única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a
> Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km
> reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da
> manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos
> índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos
> não sejam incomodados.
>
> Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos
> americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena,
> diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e
> autorização da FUNAI.
>
> Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma
> autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A
> maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas
> a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de
> algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou
> inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara
> de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e
> catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um
> empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí
> camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de
> remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas
> japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos
> típicos da Amazônia…
>
> Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os
> americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma
> resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma
> senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
>
> ‘Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles
> comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.
> Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que
> fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde
> iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa’.
>
> A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de
> nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de
> nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão
> libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já
> estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da
> fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o
> pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em
> narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada
> Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as
> Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada,
> principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar
> um incidente diplomático)… Dizem que tem muito colombiano traficante
> virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a
> cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
> Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto
> proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as
> terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância
> de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que
> chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas,
> minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
> Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de
> Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao
> presidente ou a alguma a utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É
> pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá
> diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer
> alguma coisa???
> Acho que sim.
>
> Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique
> sabendo desses absurdos.
>
> Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
> Patog. FMRP - USP
>
> Opinião pessoal:
>
> Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse
> para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria
> interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através
> dos telejornais antes que isso venha a acontecer.
>
> Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus
> lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza
> norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao
> mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação,
> no envio deste e-mail..
>
> Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP